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A JANELA EM LÂMINA
vai insuflar serões com machos
nas casernas aparta
os feijões brancos dos rojados. Um úbere
tenso espera-te
em Sinai !
Língua anti-aérea lateja em toda
a peninsula e Letícia abrem-se
Cascos de burra e urso marcam o lajedo
molhado: cárcere?
Contentamento móbil da pop
ulaça asperge em sovaco o mórbido e soalhoso da carie
bufa em estertor e abafa-te em flanela
porque não
goteja de caruncho;
qualquer coisa como sintoma ... ,
baunilha sacara bastante ao nojo !
Ao açucarado felino realço o gânglio
do medo
insubordino o dado
porque não
Lantejoulas e cuecas tudo se vende
e tu
já pensaste na tua casa?
GLÓRIAS
Rio a braços com o mole dos feitos ácidos,
em moça debica um chaço
o que após gorjeia ...
diz, entra
a garganta é tua
lesto vibra.
o fígado,
recheio pimba do belo
aqui, bala a seco
rastejante aponta
o eterno.
A JOSÉ CATULO
Viu passamear todas as procissões
devotado companhante, sábio de honesto festim mediu a vida
sem código ou pasta
livre
enterrou quase um século de estória
Porque mangas ocultas vestiu fraque
na morte?
Bolino, fausto e inseguro
em sua camisa de popelina
com sapato e tudo ...
em ata pompa
ei-lo
...almente a prumo
ao lado!
PARASITA
é preciso é presenteá-la, assim sossegará, como em pasta mastigá-la > pior
mortandade de facas
a aspiração a salva
+água clara
pastéis com nata
vulva fulmina
o que vegeta não graça
ou recompensa
os astros trarão o urinol forte
a croché de restos.

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